Domingo, dia de acordar tarde e e não fazer nada... Errado! Acordei cedinho (8hs.. para um domingo isso é cedo heim?!) comi uma fruta e fomos desbravar Santiago! Hoje sim era o dia de passear muito, caminhar muito, tirar muitas fotos e tudo mais.

Andamos mais um pouco, e chegamos ao Parque Florestal. Um lugar lindo que pode tranquilamente passar horas apreciando a paisagem, sentada na grama ou em algum dos banquinhos sem nem se notar a passagem do tempo, ao que me parece, fica bem no centro da cidade, perto do Cerro de Santa Lusia e ao lado do Rio Mapuche, que ao chegar ali é praticamente puro barro, um rio com corredeiras muito rápidas e muito barroso. Conheci também o museu nascional, um prédio muito lindo, mas só o vi por fora pois estão em reformas...
Almoçamos em um restaurante alemão, pois queriam me apresentar a uma torta muito gostosa que tem aqui, e como o restaurante era ali perto era mais facil de ir, pedi um sanduiche pois era o que parecia mais apetitoso para o dia quente e leve para continuar a caminhar depois, o sanduiche era maravilhoso mas muito grande! Nem consegui comer a tal sobremesa depois de ter comido ele.
Fomos então ao Cerro de Santa Lusia, um morro onde se conservam algumas construções antigas e cavernas onde os Mpuches (índios locais) se esconderam por muitos anos dos espanhois.. infelizmente essa parte não pude conhecer pois assim como o museu estavam fechados no domingo.. É um lugar maravilhoso mas que tem que ir com disposição e tempo para curtir cada parte, a subida possui muitas escadarias mas é repleta de jardins e paisagens lindas, é encantador! Bem no alto possui uma espécie de mirante, onde é possivel ver a cidade em 360° e mais alto que a maioria dos prédios. A entrada é grauita, mas possui portões que são fechados ao entardecer, então não recomento deixar para o final da tarde.

Passamos ainda pela estação central de trem e metro, um lugar com uma estrutura antiga e bonita, perto dela existe um comércio como se fosse a 25 de março, onde todos do país vão lá para fazer compras de "bugigangas". Não entramos nele pois já estava quase na hora de voltar para Quilpué e por ser perto do natal, em pleno domingo aquilo estava LOTADO. Fomos a rodoviária e lá existe uma feirinha internacional, com coisas artesanais de vários países, muito interessante, também recomendo.

Outra coisa interessante que notei é que não compensa alugar um carro aqui, em geral sai 130 reais a diária, mas ainda tem que adicionar o combustivel que vai gastar e os pedágios que não são baratos e passagens de onibus são bem mais baratas, essa viagem de Santiago a Quilpué que dura em torno de 2h e 30 min custou em torno de 20 reais, o onibus é confortável e a estrada é boa, além do mais pode-se aproveitar a vista, que estava maravilhosa! O por do sol visto de dentro do onibus foi incrivel, como possui muitos morros o sol estava a se esconder atrás deles, deixando o céu com cores lindas e entre os morro passamos por um vale de vinículas, foi um por do sol encantador. Recomendo que tenham essa mesma experiencia se passarem por aqui, é lindo, vale! (sem fotos disso pois já tinha acabado a bateria da máquina a essa altura)
E foi isso para o domingo.
(biblioteca nascional do chile)
Um dia de sol lindo, então asseamos pelas ruas do centro de Santiago, elas me lembram um pouco as ruas de SP, daquele centro antigo entre as 3 igrejas, elas são largas e com muitos prédios mais antigos e não muito altos. Encontrei uma livraria aberta e finalmente achei o que já estava procurando a alguns dias mas não encontrava, um mini dicionário Espanhol-Português, e ele já me foi util neste primeiro dia que comprei. Existem palavras que quando eles falam são muito parecidas com as nossas ex.: Bisavoelos que significa bisavós, mas que se falado em português a associação das palavras para eles é mais dificil, e assim, quando busco uma palavra no dicionário para poder falar parece que ela fica gravada mais facilmente, sendo assim, fiz uma ótima compra.Andamos mais um pouco, e chegamos ao Parque Florestal. Um lugar lindo que pode tranquilamente passar horas apreciando a paisagem, sentada na grama ou em algum dos banquinhos sem nem se notar a passagem do tempo, ao que me parece, fica bem no centro da cidade, perto do Cerro de Santa Lusia e ao lado do Rio Mapuche, que ao chegar ali é praticamente puro barro, um rio com corredeiras muito rápidas e muito barroso. Conheci também o museu nascional, um prédio muito lindo, mas só o vi por fora pois estão em reformas...
Passamos ainda pela estação central de trem e metro, um lugar com uma estrutura antiga e bonita, perto dela existe um comércio como se fosse a 25 de março, onde todos do país vão lá para fazer compras de "bugigangas". Não entramos nele pois já estava quase na hora de voltar para Quilpué e por ser perto do natal, em pleno domingo aquilo estava LOTADO. Fomos a rodoviária e lá existe uma feirinha internacional, com coisas artesanais de vários países, muito interessante, também recomendo.
Outra coisa interessante que notei é que não compensa alugar um carro aqui, em geral sai 130 reais a diária, mas ainda tem que adicionar o combustivel que vai gastar e os pedágios que não são baratos e passagens de onibus são bem mais baratas, essa viagem de Santiago a Quilpué que dura em torno de 2h e 30 min custou em torno de 20 reais, o onibus é confortável e a estrada é boa, além do mais pode-se aproveitar a vista, que estava maravilhosa! O por do sol visto de dentro do onibus foi incrivel, como possui muitos morros o sol estava a se esconder atrás deles, deixando o céu com cores lindas e entre os morro passamos por um vale de vinículas, foi um por do sol encantador. Recomendo que tenham essa mesma experiencia se passarem por aqui, é lindo, vale! (sem fotos disso pois já tinha acabado a bateria da máquina a essa altura)
E foi isso para o domingo.
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